DESPORTO


























sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Time de futsal masculino da UFC empata com o Maracanã pela LIFEC


Em jogo onde o nervosismo prejudicou a performance do time em quadra, a equipe de futsal masculino da UFC empatou em 2 a 2 com o Maracanã, time da cidade de Maracanaú, em jogo válido pela Liga de Futsal do Estado do Ceará (LIFEC), realizado na quadra do CEU, na noite de quinta-feira,  25. A UFC chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas conseguiu reagir e empatar a partida. A partida foi marcada, também, pela arbitragem confusa.

 Adison Oliveira orienta o time na preleção
O jogo iniciou-se com a UFC demonstrando uma superioridade técnica, mas o nervosismo desde os primeiros instantes prejudicava as ações da equipe. A bola rodava e tinha seu domínio predominante pela equipe da casa, mas era o time visitante que levava mais perigo ao gol. As atitudes da arbitragem, invertendo faltas e deixando de marcar algumas, fez com que o foco dos jogadores se desviasse da partida.
E foi justamente numa desatenção do time, num bate-rebate na área defensiva, que o Maracanã abriu o placar, aos sete minutos do primeiro tempo. O gol aumentou o nervosismo dos jogadores da UFC que, apesar disso, continuava demonstrando dominar a partida, embora sem objetividade nas finalizações. As jogadas ofensivas até eram armadas, mas concluídas sem sucesso.
O Maracanã abriu o placar numa desatenção na defesa
Veio o intervalo e o técnico Adison Oliveira buscou ajustar a equipe e, principalmente, restituir a tranquilidade aos seus comandados. A tentativa, a princípio, pareceu não ter dado resultado. Logo no primeiro minuto de jogo o Maracanã ampliou a vantagem no placar. Era preciso, além de tranquilidade, garra e raça para buscar reverter o placar.
O paradoxal é que, apesar do visível nervosismo da equipe em quadra, o time da UFC jogava melhor do que seu adversário. Era necessário acalmar ânimos, controlar a ansiedade e buscar a reação. E ela começou a vir. Numa jogada em que fatalmente iria redundar no primeiro gol da UFC, um jogador do Maracanã impediu colocando a mão na bola. A arbitragem marcou penalidade máxima contra os visitantes e expulsou o infrator. Roner cobrou e diminuiu a diferença no placar, aos cinco minutos.
A partir daí a UFC passou a pressionar ainda mais e criar mais chances de gol. A trave livrou o Maracanã de sofrer mais um gol minutos depois da penalidade máxima. Dois minutos depois, entretanto, a UFC conseguiu igualar o marcador, através de um chute forte de Igor, do lado esquerdo da quadra ofensiva. O treinador Adison Oliveira reconheceu que sua equipe não conseguiu o resultado esperado, mas ressaltou que, diante de um placar adverso de dois a zero, chegar ao empate não foi um resultado de todo ruim. “Começamos perdendo por dois gols para uma equipe qualificada, que disputa o campeonato cearense, não foi o resultado que queríamos, mas devido as circunstâncias, não foi um resultado ruim”, disse.





domingo, 21 de agosto de 2016

UFC é campeã cearense de futebol universitário de 2016

Com um empate de 1 a 1 com a Faculdade Ateneu, o time de futebol masculino da UFC sagrou-se campeão cearense universitário de 2016, no campeonato promovido pela Federação Universitária Cearense de Esportes (FUCE). A partida aconteceu na tarde de sábado no campo do SESI, na Barra do Ceará. O título, inédito, garantiu a vaga para a disputa do Campeonato Brasileiro Universitário, que acontecerá de 16 a 24 de setembro em Palmas, no Tocantins.

Jogando com cautela, a UFC soube utilizar o regulamento da competição e administrou a vantagem que possuía. Por ter ganhado o primeiro jogo da Unifor, por 3 a 2, e pela Faculdade Ateneu ter empatado o jogo anterior com a Unifor em zero a zero, o empate daria o título e a vaga à UFC. Na preleção o coordenador do Núcleo de Futebol da UFC, Clovandi Costa lembrou a necessidade de todos se doarem à partida. “Vamos entrar com seriedade, com determinação, só depende de nós ganharmos esse título”, disse.
Técnico Clovandi pediu aplicação de todos na partida
No banco, o técnico Wilder Lins armou um time compacto, mas não ficou contente com o desempenho de sua equipe. “Até a parada técnica o time ainda não estava acertando seu estilo de jogo, mas depois foi conseguindo se impor”, disse. Precisando da vitória, a Ateneu saiu logo para o ataque. Com uma defesa bem postada e um meio de campo marcando firme, o time da UFC resistia às investidas do adversário. A sorte também esteve ao lado da campeã, com o travessão salvando o primeiro gol do concorrente.
 UFC jogava pelo empate para ganhar o título e classificar-se para o Campeonato Brasileiro
A defesa foi um dos pontos fortes da equipe
Outro lance crucial, apontado por Wildner como decisivo para o jogo, foi uma dividida do jogador Paulo Neto, que chegou na hora em que um opositor iria, livre, chutar à gol. A UFC tocava a bola e esperava a melhor oportunidade de se lançar ao ataque. As faltas eram as melhores oportunidades, seja pelas bolas alçadas na área da Ateneu, seja pelos tiros diretos ao gol. E foi exatamente numa falta que a UFC abriu o placar. O atacante Adison sofreu uma falta na zona central ao gol do adversário. A cobrança ficou a cargo de Vicente, que marcou um belo gol, chutando no alto do canto esquerdo, sem chances para o goleiro da Ateneu.
Técnico Wildner Lins com o autor do gol da UFC, Vicente
O gol daria um alívio maior para a UFC, jogando para a Ateneu a tarefa de marcar dois gols e não sofrer mais nenhum. Poucos minutos depois da UFC abrir o marcador, entretanto, a Ateneu empatou a partida, num chute colocado do lado esquerdo da grande área, no ângulo, sem chances para o goleiro Bruno. O jogo continuou com o mesmo panorama: a Ateneu buscando o gol da classificação e a UFC administrando a vantagem. O primeiro tempo terminou com o placar de 1 a 1.
No intervalo Clovandi e Wildner pediu total atenção ao jogo
No intervalo, Wildner e Clovandi reforçaram o pedido para a atenção dos jogadores com os adversários. Apenas um tempo de jogo separava a UFC do inédito e sonhado título e da vaga para disputar o Campeonato Brasileiro Universitário. Faltava pouco, mas era preciso intensificar a determinação, a vontade de vencer.
O segundo tempo começou e o panorama do tempo anterior não se modificou. O time da UFC fazia a bola girar, gastava o tempo e tentava surpreender nos contra-ataques. Mesmo precisando da vitória a equipe da Ateneu não conseguia armar jogadas e não levava perigo ao gol da UFC. À medida que o tempo passava, o desespero dos adversários aumentava. As jogadas ríspidas começaram a surgir com mais intensidade. A equipe adversária encontrava um meio de campo combativo, uma defesa bem postada e um goleiro seguro. Quase no final da partida um jogador da Ateneu foi expulso por reclamação, quando criou-se um pequeno tumulto entre seus jogadores e a arbitragem, durante alguns minutos. Retomada a partida, não havia mais tempo para nada, o árbitro encerrou o jogo e começou a festa dos campeões cearenses de futebol universitário 2016.

Time de futebol da UFC, campeão cearense de futebol universitário
 
 
Confira no canal do Desporto da UFC no Youtube comemoração dos jogadores e entrevista com o técnico Clovandi Costa:
 
 
Clipe em homenagem aos campeões cearenses de futebol universitário de 2016
 

Futsal Feminino da UFC sai atrás nas Quartas do Cearense Adulto 2016

O time comandado pelo técnico Wildner Souza enfrentou, na manhã deste domingo (21/08), a equipe Nacional Gás/Universidade de Fortaleza (Unifor). A partida foi a primeira das quartas de final do Campeonato Estadual Feminino. Em jogo realizado na Quadra do CEU, no bairro Benfica, em Fortaleza, as visitantes saíram na frente na disputa por vaga na semifinal.


O primeiro tempo começou com a Unifor mantendo a posse de bola enquanto a UFC abafava as jogadas adversárias, sem aproveitar as jogadas de contra-ataques. As visitantes mantinham a posse de bola enquanto o time da casa se mantinha fechado no sistema defensivo. Mas aos 15 minutos do primeiro tempo, a equipe da Nacional Gás/Unifor conseguiu abrir o placar após uma saída de bola errada da UFC. Apesar das donas da casa tentar o gol de empate, as visitantes foram para o intervalo com a vantagem no placar.
Nosso time recebendo orientações técnicas durante o intervalo.

A desatenção do time da UFC permitiu que a equipe adversária ampliasse o placar logo no começo do segundo tempo. Com pouco mais de 30 segundos de jogo, a jogadora da Unifor sofreu falta, o que resultou no lance do segundo gol.

Mesmo com a desvantagem no placar, as jogadoras da UFC não perderam o otimismo. O jogo ficou mais disputado, com chances reais de gol para ambos os lados, mas nosso time não conseguia converter em gols as oportunidades criadas.

Com isso, o time da Unifor aproveitou mais uma chance que teve, e aumentou a vantagem no placar. Aos 25 minutos, em cobrança de lateral, uma desatenção na marcação da UFC a Unifor bateu rapidamente a reposição de bola e uma jogadora livre na segunda trave apenas empurrou para dentro do gol.

O jogo continuou bem disputado, apesar do placar, as atletas da UFC continuaram apertando na marcação, abafando a criação de jogadas adversárias, e saindo bem no contra-ataque. Contudo, as adversárias administraram bem a posse de bola e garantiram a vitória.

O técnico da casa, Wildner de Souza destaca os pontos positivos que puderam ser notados mesmo com a derrota. O sistema defensivo atuou bem, apesar dos três gols sofridos, e foi o principal destaque. O foco agora é melhorar no sistema ofensivo. “No momento que a gente melhorar o sistema ofensivo, pelo menos converter as chances que vem aparecendo, a gente consegue resultados melhores”, afirma o técnico. Confira a opinião completa do técnico no nosso canal do youtube, acessando https://youtu.be/eiiTF3uhQAM.

A próxima partida, ainda sem data e local definido, é o tudo ou nada para as nossas jogadoras. Se vencerem, empatam a série em 1x1, e levam a partida pra prorrogação. Em caso de empate ou derrota a UFC fica pelo meio do caminho.

Nadadora recordista Marina Silva vai disputar JUB pela UFC


A atleta de natação da Universidade Federal do Ceará (UFC) Marina Silva vai representar a Instituição nos Jogos Universitários Brasileiros (JUB), no estilo peito. Marina detém vários recordes cearenses, tendo sido várias vezes campeã Norte/Nordeste, já ficou na quinta colocação no JUB e 2013, foi segunda colocada na Copa do Pacífico, disputada no Peru e diversas vezes campeã cearense. A nadadora vai concorrer nas provas de 50, 100 e 200 metros.


A nadadora Marina Silva vai disputar o JUB pela UFC
 
 
Confira a entrevista com a nadadora no canal do Desporto da UFC no Youtube

Irmãos campeões do caratê defenderáo a UFC no Campeonato Brasileiro Univesitário


No início de agosto os alunos da UFC Breno Mateus e Karla Rebecca foram campeões da Zonal de Caratê Universitário, realizado em Macapá, no Amapá, classificando-se para disputar a fase final do Campeonato Brasileiro Universitário, em São Paulo, que vai acontecer de 12 a 15 de outubro em São Paulo. Breno é aluno do curso de Engenharia Mecânica e Rebecca de Fisioterapia. Os dois são irmãos e com a dupla a pergunta não é “quais os títulos que eles já conquistaram”, mas “qual ainda falta conquistar”.

 Karla Rebecca e Breno Mateus são supercampeões do caratê
Os irmãos representam a UFC nos campeonatos universitários
Títulos de campeão cearenses, regionais, brasileiros, sul-americanos, pan-americanos e mundiais fazem parte da rotina dos irmãos, atletas de caratê há vários anos. Breno começou a lutar caratê muito cedo, aos cinco anos. Foi o primeiro, depois a irmã, por acompanhá-lo nos treinos também passou a praticar o esporte e por último, até o pai, seu Carlos, também foi contaminado pelo “vírus” e aderiu ao esporte. A faixa preta veio em 2011, quando fizeram testes juntos para alcançar a graduação. Breno Mateus foi campeão mundial em 2013, título conquistado na Espanha; campeão mundial escolar, no mesmo ano, campeonato disputado em Brasília; em 2014 foi medalha de bronze no Campeonato Mundial Universitário; bicampeonato pan-americano de caratê; tricampeão sul-americano, tricampeão brasileiro; bicampeão da Liga Desportiva Universitária (LDU), representando a UFC. Isso para falar apenas de alguns dos títulos que ele conquistou.

 Medalha do título mundial conquistado na Espanha em 2013
 Breno foi bronze no Mundial Universitário em 2014
 O carateca foi campeão mundial escolar em 2013
 Duas premiações no Pan-americano de caratê
Em Cartagena, na Colômbia, mais quatro medalhas, em 2016
Karla é bicampeã brasileira; quatro vezes medalha de bronze no campeonato sul-americano; bronze no pan-americano; a exemplo do irmão, também é bicampeã universitária da LDU, representando a UFC e uma série de títulos cearenses e regionais. “São mais de dezoito quilos de medalhas que eles conquistaram”, afirma o orgulhoso pai da dupla, seu Carlos. O brilho nos olhos dele, entretanto, desaparece quando o assunto é incentivo e patrocínio. “Fora a bolsa de rendimento esportivo e a ajuda de custo que a UFC nos dá para as disputas das competições oficiais universitárias, não contamos com apoio de mais nada”, lamentou. Revela que muitas vezes teve que atuar como “paitrocinador”. “Eles estão classificados para disputar em breve torneios em outros países, como a Áustria, mas não temos apoio dos governos Federal, Estadual ou Municipal, além de nenhum patrocínio privado”, ressaltou.

 O bicampeonato na LDU ganho por Rebecca já esse ano
Três medalhas na LDU, no Brasileiro de lutas, uma em São Paulo e duas em Manaus
Infelizmente a realidade da dupla de supercampeões da UFC não é diferente da maioria dos atletas brasileiros. Agora que o caratê passou a ser esporte olímpico, a família de caratecas espera que a situação mude. Breno e Rebecca não escondem o sonho que têm: tornarem-se atletas olímpicos e disputar a Olimpíada de Tóquio, em 2020. Cacife e preparo os dois possuem. Impossível não perceber até no comportamento deles o foco e a disciplina que as artes marciais ensinam a seus praticantes. “Eu tenho sonho olímpico sim”, fala com veemência a carateca. “O Brasil tem um excelente potencial, atletas para dar resultados no caratê, espero que agora, sendo esporte olímpico, com mais visibilidade, haja mais patrocínio do Estado e das empresas privadas”, disse.

Karla Rebecca tem o sonho de disputar a Olimpíada de Tóquio em 2020
Breno também não esconde seu projeto: “Tóquio 2020”. “Eu quero, eu vou estar lá”, afirmou, ressaltando que para isso já se prepara para a realização do sonho. O aluno da UFC é o segundo no ranking brasileiro, e mesmo já sendo uma excelente colocação até demonstra certo “incômodo” com isso. “Estou treinando mais para ser o primeiro do ranking, manter-me na seleção brasileira e dessa forma chegar à Olimpíada de 2020”, declarou. Os irmãos vivem e respiram caratê, chegando a afirmar que o esporte teve até papel importante não apenas na escolha dos cursos que optaram, mas na realização desse projeto. “O foco nos estudos que trouxe dos treinamentos fez com que eu conseguisse a vaga em Engenharia Mecânica”, disse Breno. “A Fisioterapia tem um leque muito grande de atuação, como o trabalho com atletas, e é muito bom ver a aplicação na prática do que aprendo no Curso”, afirmou, já dando um sinal de qual ramo da Fisioterapia deverá seguir.

Breno é o segundo no ranking brasileiro
Sobre a fase final do Campeonato Brasileiro Universitário, os irmãos têm as melhores expectativas quanto ao desempenho. “Estamos treinando forte para isso”, repetiram quase ao mesmo tempo. Nossa dupla de campeões viajará para São Paulo no mês de outubro para defender a UFC.
Entrevista com Karla Rebecca no canal do Desporto Universitário da UFC no Youube:
https://youtu.be/R5vkGXbNIdc

Entrevista com Breno Mateus:
https://youtu.be/Q4EBdfIt_T0

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Desporto da UFC realiza torneio/seletiva de xadrez para o JUB


O Desporto UFC realizou torneio de xadrez nos dias 16 e 17, organizado pelo treinador da Universidade Federal do Ceará e árbitro do torneio Sílvio Cunha Pereira. Sete enxadristas disputaram o torneio masculino e cinco o feminino. A competição funcionou como seletiva para disputar a eliminatória dos Jogos Universitários Brasileiros (JUB), que acontece no sábado, 20.

 Torneio masculino foi acirrado
As enxadristas disputaram quatro vagas para as eliminatórias do JUB
No torneio masculino concorreram Dauvit Keffen (Engenharia Mecânica), Roberto Rodrigues Gomes da Costa (Ciências Econômicas), Ícaro Dias Vieira (Engenharia de Energias Renováveis), Paulo Brasilino de Andrade (Letras/Inglês), Antônio Gladstone Pereira de Matos (Engenharia de Petróleo), Francisco Iram (Ciências Contábeis e Rafael Viana (Administração).
No feminino concorreram as enxadristas Alana Lima dos Santos (Física), Vanessa Ketlyn (Letras/Protuguês/Inglês), Ana Gabriela (Engenharia Ambiental), Amanda Lima dos Santos (Engenharia de Pesca), Jéssica Luana da Silva (Ciências Contábeis).

No torneio masculino os enxadristas foram divididos em dois grupos um com quatro e outro com três componentes. No grupo I ficaram Icaro, Keffen, Rafael e Roberto, enquanto no II se enfrentaram Iran, Gladstone e Paulo. Passaram para a segunda fase os dois primeiros colocados do grupo I, Keffen e Roberto, e dois do grupo II, Iran e Paulo. Nessa fase, os quatro primeiros colocados, já classificados para a eliminatória do JUB, disputaram a colocação entre si. No final, sagrou-se campeão Paulo Brasilino, ficando Francisco Iran em segundo, Dauvit Keffen em terceiro e Roberto Rodrigues Gomes da Costa em quarto.
No torneio feminino a fórmula de disputa foi de grupo único, com todas as enxadristas se enfrentando, sendo campeã Vanessa Katlyn, ficando em segundo lugar Alana Lima dos Santos, em terceiro Ana Gabriela e em quarto Amanda Lima dos Santos.
 As quatro selecionadas para a eliminatória do JUB
 Treinador e árbitro Sílvio Cunha Pereira entrega premiação